O que é feijão tipo 1? Entenda a classificação de qualidade dos tipos de feijão

Você sabe o que é feijão tipo 1? Pode ser que você ainda não conheça esse conceito, mas este é o feijão que você deveria colocar no seu prato todos os dias, já que este é o grão que oferece a maior qualidade e o melhor valor nutricional.

Talvez você já tenha se perguntado se o feijão-preto é melhor do que o feijão-carioca ou se é o feijão-vermelho que deveria completar o arroz das suas refeições. Porém, a verdade é que essas variedades são bastante parecidas entre si em termos nutricionais, e o que realmente faz diferença é se elas pertencem ao tipo 1, 2, 3 ou fora de tipo.

O que é feijão tipo 1?

Feijão tipo 1 é uma classificação atribuída aos grãos que atendem a critérios rigorosos de qualidade estabelecidos pela legislação brasileira. Na prática, o feijão tipo 1 é aquele que oferece o maior valor nutricional, o melhor sabor e o maior rendimento aos consumidores.

Isso acontece porque, para que o feijão seja classificado como tipo 1, ele deve ser aprovado em diversos testes que verificam suas características de acordo com padrões oficiais determinados pelo Ministério da Agricultura.

Assim, o feijão tipo 1 é  muito mais seguro e saudável para a alimentação humana em relação aos demais, além de oferecer uma maior economia porque quase não há grãos defeituosos que precisam ser descartados antes do cozimento.

Outros tipos de feijão

Quando o feijão analisado não atende a todos os critérios de qualidade de forma satisfatória, ele pode ser classificado como tipo 2, tipo 3 e fora de tipo, em ordem crescente de impurezas e defeitos. Apesar de oferecer uma qualidade menor, essas categorias ainda podem ser comercializadas, desde que essa classificação seja exibida na embalagem.

Contudo, quando o feijão apresenta defeitos muito graves, estando aquém da qualidade esperada mesmo para a categoria fora de tipo, ele é desclassificado por ser considerado impróprio para a alimentação humana.

Como é feita a análise do feijão

As análises são realizadas em laboratório e utilizam metodologias e equipamentos próprios para inspecionar os grãos e identificar defeitos oriundos de intempéries, pragas e danos mecânicos.

Na primeira etapa de análise, verifica-se a presença de insetos vivos como carunchos e outras pragas, bagas de mamona, sementes tóxicas, sementes tratadas e odores estranhos que inviabilizam seu consumo.

Quando o resultado é positivo para esses e outros fatores, o feijão é considerado desclassificado e não poderá ser comercializado. As amostras que forem aprovadas nessa primeira inspeção passam para as etapas seguintes.

Análise de matérias estranhas e impurezas

As amostras passam por peneiras para a separação dos grãos e das matérias estranhas e impurezas, que podem incluir:

  • Grãos e sementes de outras espécies;
  • Detritos vegetais (películas e vagens);
  • Torrões de terra não aderidos aos grãos;
  • Grãos com terra e outras sujidades aderidas;
  • Grãos de feijão de variedades diferentes (especialmente no feijão tipo 1);
  • Insetos mortos ou parte de insetos.

Quando a soma de todas as matérias estranhas e impurezas ultrapassar 4% do peso da amostra ou quando a quantidade total de insetos mortos ultrapassar 0,6%, o feijão será considerado desclassificado.

Análise da cor dos grãos

O feijão é inspecionado conforme a coloração do seu revestimento, devendo apresentar no mínimo 97% dos grãos da mesma cor para ser classificado como tipo 1 e 90% para o tipo 2.

Não classificado como feijão tipo 01

Análise dos defeitos do feijão

Os defeitos apresentados pelo feijão são classificados como leves ou graves conforme o grau de comprometimento que eles oferecem em relação à aparência, à conservação e à qualidade do produto. Entre eles, podemos destacar:

  • Defeitos leves: grãos amassados, danificados (manchados, com cor alterada ou avaria causada por inseto que não seja caruncho ou lagarta-das-vagens), partidos, quebrados e imaturos;

  • Defeitos graves: grãos mofados, ardidos (fermentados), germinados, carunchados e atacados por lagarta-das-vagens.

Dessa forma, de acordo com a quantidade e a extensão dos defeitos, o feijão pode ser classificado como tipos inferiores ou mesmo reprovado (desclassificado).

Marcas de feijão reprovadas e impróprias para o consumo humano

De acordo com uma pesquisa realizada por nove organizações de defesa do consumidor distribuídas por todo o país, 20% do feijão comercializado no Brasil contém larvas e insetos vivos.

Divulgada pelo Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), a pesquisa analisou 33 marcas de feijão, e seus testes mostraram que 15 delas tinham qualidade inferior àquela informada na embalagem. Entre elas, 6 eram vendidas como tipo 1, quando na verdade deveriam ser classificadas como tipo 2 ou 3 devido ao teor de agrotóxicos, impurezas, defeitos e microrganismos.

As outras 9 marcas reprovadas, por sua vez, foram consideradas do tipo desclassificado por apresentar insetos vivos, agrotóxicos acima do limite estipulado por lei e até mesmo um agrotóxico proibido no cultivo do feijão.

Diante desse quadro tão grave, surge a preocupação de como garantir que você esteja consumindo um feijão de boa qualidade e que seja do tipo 1 de verdade. Para isso, você pode contar com a Caldo Bom, que não apenas foi aprovada nessa pesquisa como ainda segue vários cuidados para oferecer apenas os melhores produtos para você.

Caldo Bom: feijão tipo 1 de verdade

A Caldo Bom oferece algumas variedades de feijão aos seus consumidores, e todos eles classificados como tipo 1, alguns deles são: feijão-carioca, feijão-vermelho e feijão-preto. 
Para garantir essa qualidade, a Caldo Bom atende a todos os altíssimos critérios de seleção determinados pela legislação brasileira e ainda segue outros procedimentos rigorosos.

Na embalagem de feijão da Caldo Bom, você encontra um alimento livre de grãos partidos, brotados, descoloridos ou miúdos e sem a presença de resíduos, larvas, carunchos e outros insetos. Dessa forma, o feijão rende muito mais, já que o consumidor praticamente não vai encontrar grãos para descartar.

Esse altíssimo grau de qualidade só é possível porque o feijão da Caldo Bom passa por um controle de qualidade minucioso em todo o processo que começa no campo e vai até a embalagem dos grãos.

O feijão da Caldo Bom é proveniente de safras selecionadas no Brasil e na América Latina, sempre com produtores pré-aprovados e que cumprem um alto nível de exigência. Durante o carregamento dos grãos, a Caldo Bom faz todo o acompanhamento para que não haja mistura de lotes e espécies, fornecendo o máximo de pureza.

Quando os caminhões chegam até a indústria, as cargas são inspecionadas de acordo com os critérios de conformidade e só depois os transportadores recebem autorização para descarregar os grãos.

O passo seguinte é o teste da panela: em sua cozinha especial, a Caldo Bom realiza testes de cozimento e de sabor para verificar que o feijão tem o sabor e o aroma esperados e apresenta cor e textura uniformes. E, claro, ele precisa dar caldo e cozinhar bem!

Por fim, na etapa de industrialização, os lotes aprovados são submetidos a novos critérios de qualidade, de forma que o produto embalado será um feijão saboroso, de alto padrão e muito nutritivo, como todo feijão tipo 1 deveria ser.

Agora que você sabe o que é feijão tipo 1, saiba que você pode contar com a Caldo Bom para ter um produto com qualidade comprovada e que vai trazer muito mais sabor e saúde para a sua alimentação.

Fonte(s): FELGRAN e IDEC

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